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terça-feira, 8 de março de 2011

VENDO ESTAS DUAS BOCETAS JUNTAS, EU PENSO: “CARALHO!”

Na cena em pauta, uma garota tenta seduzir outra com o pretexto de que o melhor aspecto de uma relação sexual entre mulheres é o de que, por não haver penetração, elas sempre se sentirão incompletas e estarão sempre desejando uma à outra. Até que o vibrador que a mãe de uma delas usa para fazer massagem facial entra em cena. Trata-se do episódio “As Gazelas”, dirigido por Luiz Castellini, que abre o filme “Pornô!” (1982), cujos episódios subseqüentes, dirigidos por David Cardoso e John Doo, são muito melhores e entraram definitivamente para o panteão das imagens mais eróticas de toda a minha vida. Filmaço: viva a tal da pornochanchada, um dos gêneros mais injustiçados do glorioso cinema brasileiro!

Wesley PC>

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Fragmentos

Cantada matinal: "Seu mundo caiu? Corre para o meu que ainda está de pé!".

Um pensamento: "Se minha casa pegar fogo, eu salvo o fogo".

Um caminho: intinerância. O absurdo e a graça num cheiro de goiaba.

O livro de Gabriel Garcia Marquez em minhas mãos e o pensamento voando em um avião a jato só para falar oi.

Os livros. Em minha vida, sempre os livros. E fluxo-floema por vinte contos em minha frente. Ousado. Verde e branco. Antigo e novo.
Eu sem nenhum puto. Lembrando: "Liberdade é pouco: o que eu desejo ainda não tem nome".

"A sua camisa é de um verde próximo ao da loucura". Sussurrado no ouvido. Bar cheio. Duas. Ela me disse assim: na lata.

Desde que me recebeu, a cidade d'Oxum: muita água, claro. Mas, uma palavra insite: FOGO...