Ontem eu vi e abracei meu melhor amigo e ele fez 30 anos(uma balzaquiana) e nos saímos com alguns amigos e brincamos de gangorra. Ele tomava coca-cola e eu Montila, ele estava com dor de cabeça e eu com dor na coluna.
Ele conseguia ficar de pernas para o ar apoiando-se numa barra de ferro, eu tentei..., nós sorriamos.
Dizem que ele é jovem e que sou velho apesar dele ser mais velho uns 6 meses, não me sinto velho, talvez eu seja um pouquinho gordo e ele é magro bem magro.
Querido Wesley, em alguns dias partirei para uma terra um pouco distante, mas não estarei longe ao menos espirituosamente não.
Ele tem um sorriso largo histriônico, sou um pouco mais introspectivo contido, mas sabem de uma coisa sabemos nos divertir há se sabemos.
E gostamos do mar, num momento epifanico sentamos um do lado do outro olhando a imensidade do mar e sentindo o vento ( ar em movimento).
Beijo meu grande amigo e Parabéns.
Jt
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domingo, 9 de janeiro de 2011
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
SEM NET
Estou numa LAN, logo com pouco tempo.
Ainda estou sem NET em casa. por isso aparecendo pouco aqui
Li coisas violentas nos últimos tempos e concomitatemente participei de um cerimôria nada confortante nos últimos dias como bem anunciou o caro Wesley de Castro, mas fiquei bem com a felicidade da minha mãe e outros parentes, tive apenas vergonha de mim mesmo...
estou a ler um livro sobre arte: "Vanguarda e subdesenvolvimento" do escritor Ferreira Gullar e caramba é muito bom, assumidamente marxista ele questiona desde o termo vanguarda até a possibilidade da chamada arte de vanguarda surgir em meio ao contexto do subdesenvolvimento, até onde estou ele já tira algumas conclusões e fiquei satisfeito com elas, mesmo que o ranço marxista ortodoxo esteja marcando profundamente a sua análise, mas a frase: " o rigor formal da obra de arte surge da necessidade de mostrar concretamente o imaginado" me deixou encantado é claro. e conclusões do tipo " uma obra de arte atingi o universal apartir da singularidade do contexto social em que o artista vivi", termino minha leitura em breve e passo pros meus queridinhos.
Mas como havia anunciado antes, eu li o já famoso livro de Ana Paula Maia "Entre rinhas de cachorros e porcos abatidos" dizem que ela é uma Tarantino tupiniquim, sei não, sei que a leitura do livro me deixou embasbacado tanto pelo rigor formal, quanto pelo conteúdo extremamente violento, e mais sem fazer espetáculo da violência como faz tarantino no cinema, o livro é bem visual, mas conserva um grau de crueza até semelhante mas o universo que ela trata no livro é bem diferente daquele retratado pelo cineasta, o livro ja rendeu otimas discursões entre Tiago e eu, e espero que todos leiam para comentarmos mais... é realmente um primor, sinto que as vezes ela excede em alguns momentos mas sempre justifica os excessos. é realmente uma aula de literatura moderna!
beijos
Jadson
Ainda estou sem NET em casa. por isso aparecendo pouco aqui
Li coisas violentas nos últimos tempos e concomitatemente participei de um cerimôria nada confortante nos últimos dias como bem anunciou o caro Wesley de Castro, mas fiquei bem com a felicidade da minha mãe e outros parentes, tive apenas vergonha de mim mesmo...
estou a ler um livro sobre arte: "Vanguarda e subdesenvolvimento" do escritor Ferreira Gullar e caramba é muito bom, assumidamente marxista ele questiona desde o termo vanguarda até a possibilidade da chamada arte de vanguarda surgir em meio ao contexto do subdesenvolvimento, até onde estou ele já tira algumas conclusões e fiquei satisfeito com elas, mesmo que o ranço marxista ortodoxo esteja marcando profundamente a sua análise, mas a frase: " o rigor formal da obra de arte surge da necessidade de mostrar concretamente o imaginado" me deixou encantado é claro. e conclusões do tipo " uma obra de arte atingi o universal apartir da singularidade do contexto social em que o artista vivi", termino minha leitura em breve e passo pros meus queridinhos.
Mas como havia anunciado antes, eu li o já famoso livro de Ana Paula Maia "Entre rinhas de cachorros e porcos abatidos" dizem que ela é uma Tarantino tupiniquim, sei não, sei que a leitura do livro me deixou embasbacado tanto pelo rigor formal, quanto pelo conteúdo extremamente violento, e mais sem fazer espetáculo da violência como faz tarantino no cinema, o livro é bem visual, mas conserva um grau de crueza até semelhante mas o universo que ela trata no livro é bem diferente daquele retratado pelo cineasta, o livro ja rendeu otimas discursões entre Tiago e eu, e espero que todos leiam para comentarmos mais... é realmente um primor, sinto que as vezes ela excede em alguns momentos mas sempre justifica os excessos. é realmente uma aula de literatura moderna!
beijos
Jadson
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segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Coincidência hilstiana ou amor demais? Eu acredito em milagres, sim.
Estava eu a ler sobre Hilda Hilst no Cadernos de Literatura Brasileira. Lia entrevistas suas. Pensava-sentia o quão maçante já estava para ela alguma perguntas. E de repente, outra vez, me vi emocionada ao ler o que ela dizia sobre Caio Fernando Abreu (antes, eu tinha lido uma carta deste para ela, sobre um livro dela, sobre a amizade que viviam), sobre antes de sua morte.
Parei um pouco de ler. Óculos embaçados. Pensei em Jadson. Pensei igualzinho eu sinto por ele. Lembrei-me de Tiago e seu amor por Caio Fernanddo Abreu. Lembrei-me também que sinto o que dizia Hilda sentir por Caio Fernando Abreu também por Tiaguinho.
E, mal limpei os olhos, melequentos (oh tão trágica sou eu!), mal os havia limpado: liga-me Jadson.
Senti um arrepio tomar meu corpo.
Os braços.
Eu acredito em milagres, sim.
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