Sabe quando uma mesma coisa acontece mil vezes e a gente nao se dá conta ou finge nao ver ou tenta remediar? Mas, a coisa acontece e acontece e de repente: a gente, retardariamente, enxerga e: PIMBA! A gente entende e nao sabe direito o que faer...Mas, talvez o primeiro passo seja nunca mais deixar a coisa se repetir...Enigmático isso? Sim! Mas, quero muito poder escrever minhas coisinhas enigmáticas ou nao...As coisas me vêm à cabeca e gosto de soltá-las aqui que por muito tempo considerei um espaco de liberdade para tal, um espaco de matar e criar demônios e depois de tudo: paracalmar...
Gosto tabmbém da nao explicacao e da nao explicitacao. Gosto dos mistérios também. Especialmente dos mistérios gozosos (como diria Afonso Romano de Santana).
P.S.: nao sei onde ficam o cedilha, o tio e o bichinho que parece com aspas para colocar no sobrenome Santana...É a vida!
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terça-feira, 11 de janeiro de 2011
quinta-feira, 22 de julho de 2010
O sonho dos poetas
"(...) lembro-me bem
Que nas aparências da vida cotidiana
Acreditei, naquele tempo, perceber claramente
Um mundo novo, um mundo que valia a pena
Ser comunicado, e a outros olhos
Tornar-se visível".
Acredito muito que esse também é um dos (muito e muito variados) motivos para escrever.
P.S.: o exceto é de Willima Wordsworth.
Que nas aparências da vida cotidiana
Acreditei, naquele tempo, perceber claramente
Um mundo novo, um mundo que valia a pena
Ser comunicado, e a outros olhos
Tornar-se visível".
Acredito muito que esse também é um dos (muito e muito variados) motivos para escrever.
P.S.: o exceto é de Willima Wordsworth.
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