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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Jesus na universidade


Ontem foi meu primeiro dia de aula na UNB esse semestre, aula era sobre Ética e Política, o tema de ontem foi sobre cidadania, sobre o conceito de cidadania e a história que o perpassa, segundo os teoricos políticos ser cidadão é: Ter direitos civis, políticos e sociais.

Enquanto isso tinha missa na assosiação biblica universitaria e um cartaz na frente parecido com esse da foto, Cristo escrito com letras do logo da coca-cola!

Fiquei pasmado.....

Jt

sábado, 28 de agosto de 2010

GENTE GRANDE PENSA MAIS?!

Já deve ser de conhecimento geral que eu estou envolvido com aquelas sessões de filmes patrocinados pelo COPRE/UFS (Coordenação de Promoções Culturais e Recreativas da Universidade Federal de Sergipe) às quintas-feiras. Basicamente, meu papel (por enquanto) se resume a entregar uma lista de filmes, que será revista pelo Pró-Reitor de Graduação e, se aprovada, exibida. Dentre os filmes programados para os meses vindouros, organizei uma verdadeira salada de gêneros, de maneira que fui visitado por uma funcionária do COPRE na semana passada:

-“Wesley, estávamos aqui a verificar os filmes que tu enviaste para o mês que vem e percebemos que DUMBO é um filme infantil.
- Sim, e o que é que tem isso?
- Tu vais passar um filme infantil mesmo?!
- E o que é que tem?!
- (...)
- Se serve de consolo, avisa a quem quiser contestar que este filme, na verdade, tem um contexto sob-reptício sobre crianças usuárias de drogas.
- É?!
- É. Na verdade. É um tema secundário, mas rende um bom discurso universitário”.


A conversa seguiu adiante, mas o que eu queria abordar inicialmente já está contido no diálogo acima: queriam boicotar uma das minhas sugestões não por que o filme é demasiado comercial (Disney) ou coisas do gênero, mas... Porque ele é infantil! Infantil? Meu Deus, o que quer dizer este termo hoje em dia?! E, pior: como pode que alguém não conheça “Dumbo” (1941, de Ben Sharpsteen), que não reconheça o quanto este filme é genial enquanto forma e discurso, que não admire todo o cabedal nostálgico a ele atrelado, que não conheça o seu subtexto psicodélico? Absurdo! Por essas e outras é que, com todas as concessões apolíticas que impinjo a mim mesmo enquanto subsumido a este projeto alheio, eu insisto em participar dele, em alimentá-lo materialmente: nem que seja no plano da mera exibição, deve funcionar para alguma coisa!

Wesley PC>

sábado, 21 de agosto de 2010

SIM, E DE JADSON, ALGUÉM SABE?

Então, oficialmente hoje seria o dia da formatura do mais novo licenciado em Filosofia da Universidade Federal de Sergipe, Jadson Teles. Mais oficialmente ainda, o mesmo havia combinado comigo que compareceria à cerimônia oficial e que, como costumamos fazer aos sábados, veríamos algum filme cerimonioso, antes de comparecermos à cerimônia propriamente dita. Desde a meia-noite de ontem para hoje, porém, que eu pelejo para falar com Jadson via telefone e não consigo. Alguém obteve melhor êxito que eu?

Pelo sim, pelo não, tendo ou não ele comparecido à tal cerimônia, quero deixar aqui um voto pós-moderno de felicitações graduandas a o meu amigo, ao passo em que deixo patente que respeito os caminhos acadêmicos que ele deseje trilhar a partir de agora, visto que suas paixões gnosiológicas levam-no a deambular pelos congressos do Brasil afora – e até mesmo da Argentina, de onde ele me trouxe uma bela fotografia de transeuntes pós-adolescentes.

De resto, aguardo notícias.
Tentei contato.
Talvez eu não seja de todo inteligente (risos), trazendo aqui à tona um equívoco comparativo que uma amiga em comum revelou há algum tempo, insinuando que ele teria afinal me superado. Não existe isto de “superação” entre nós – ou melhor, entre quem realmente ama o que estuda – mas sim um exercício perene de cooperação, que, se agora revelo, é porque estou lamentoso de não tê-lo encontrado no dia fetichista por hoje representado. Gosto de fetiches. Sou um burocrata nato!

Wesley PC>