AMBAS, NA VERDADE, SÃO IRMÃS.
*Desculpas à Nina.
DECLARO QUE NÃO SOU MAL. ME FORÇO A ISSO PRA VER SE ENCARO MELHOR A VIDA,
SEM "FRESCURAS". MAS NÃO, NÃO AGUENTO SER MAL. NÃO AGUENTO E NÃO QUERO.
DESEJO QUE MINHAS PALAVRAS SEJAM SEMPRE PALAVRAS DE AMOR, O QUE NÃO SIGNIFICA QUE NUNCA SERÃO DURAS, MAS QUE SEJAM SEMPRE DE AMOR. PORQUE O AMOR SEMPRE ENGRADECE E FORTALECE.
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sábado, 26 de fevereiro de 2011
NÃO HÁ LINHA TÊNUE ENTRE A VIOLÊNCIA E A MALDADE...
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
“AS PESSOAS FELIZES SÃO MENOS CRIATIVAS” (?)
Assim comentei com o algoz atual de meus pensamentos e sentimentos na manhã de hoje, quando eu conversava com ele sobre o que eu tinha achado sobre “Swanlights” (2010), o novo disco de Antony and the Johnsons, a ser lançado oficialmente na próxima terça-feira, o qual já tive a oportunidade de escutar e... estranhar: Antony Hegarty está apaixonado e feliz! Isto é ruim? Lógico que não, mas obviamente vai de encontro ao que este artista nos ensinou a venerar em suas obras ultra-melancólicas anteriores. Isto é um problema? Só para quem quiser que seja... Por enquanto, só ouvi o disco duas vezes e não quero fazer comentários precipitados sobre o mesmo, mas faixas como “Ghost” (nº 3) e “Flétta” (nº 9 – dueto com Björk) validam – e muito! – o investimento. De resto, porém, fica a impressão de que as letras das canções são compostas por uma fórmula básica: uma frase de efeito e muita repetição, conforme acontece em “Everything is New” (nº 1) e no ‘single’ “Thank You For Your Love” (nº 8). Isto é um problema? Aí, eu já não posso mais responder. Ouço e sinto...
Wesley PC>
sábado, 3 de julho de 2010
HÁ LUGAR COMO A NOSSA CASA!
No tempo em que fiquei em casa, entretanto, ouvi repetidamente ao disco “The Love Below” (2003b), do OutKast, que eu sei que aquele que seria nosso anfitrião gosta bastante. Além disso, o mico que freqüentava nossa cozinha ano passado – e que foi registrado, ainda criança, nesta inspirada fotografia, em que ele come um pedaço saboroso de pepino sobre o vaso em que guardávamos a ração de nossos cachorros – voltou a nos visitar, agora adulto, mas ainda muito bonito e com uma expressão terna em seu rosto de primata. Foi bonito reencontrá-lo!
De resto, tenho muito o que ler ainda – e estou baixando a metade 2003a (“Speakerboxx”) do disco do OutKast que outrora recomendei a Carlos Augusto. Tomara que esta nova audição renda uma recomendação musical igualmente bem-sucedida na recepção amigável decorrente...
Wesley PC>
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