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domingo, 15 de agosto de 2010

“EU NASCI ASSIM, EU CRESCI ASSIM”...

Tentei ver um filme israelense homossexual antes de dormir, mas o aparelho reprodutor de DVDs de minha casa recusou o DVD pirata que tão gentilmente me emprestaram. Por isso, enquanto indagava a mim mesmo onde poderia ver o tal filme, dei-me de presente outra sessão, tão religiosa e erótica quanto. Porém, ao invés de revelar aqui o nome do filme que vi antes de dormir, exponho a minha própria carne diante de algumas interrogações exclamativas que se manifestaram na cama de Fábio Rogério & Ninalcira na última madrugada de domingo: é verdade que o uso intensivo de uma dada zona erógena do corpo estimula o desenvolvimento da mesma? O agrado que nos atinge quando alisamos as bundas de Jadson ou Tatiana foi o motor de tal pergunta.

Durante esta mesma conversa de cama, alguém perguntou como era minha bunda. Seco e magro que sou, só poderia dispor de uma bunda seca e magra. Seja ela como for, porém, até então serviu para o que precisei. E, como todos sabem, no fervor de meus 29 anos de idade, ainda não tive o privilégio de enfiar meu pênis em nenhum cu, nenhuma boceta, nenhuma boca humana (ao menos, não depois que dispus de pêlos pubianos). Talvez isso redundasse em um sub-aproveitamento de minha genitália? Pelo sim, pelo não, considero-me um exemplar mediano da estatura peniana brasileira. Gosto de meu corpo como ele é, não obstante esta opinião não ser unânime, o que também é bom: talvez o que eu tenha a mostrar para o mundo esteja mais dentro do que fora. Ou não...

Não é à toa que dizem que eu pareço com Caetano Veloso.

Wesley PC>