Gente de boa fé, olha só! encontrei um site da cantora Diana, que agora resolveu se chamar Dianah, ela não parou de cantar não e cultiva um visual bacana! Será que ela tem coisas novas gravadas? Gente, quem não geme ao ouvir Diana gritar " oh meu amadoooo, porque brigmos?, não posso mais viver assim sempre chorando" ou a magifica:
Tudo Que Eu Tenho
Que bom seria ter seu amor outra vez Você me fez sonhar Trouxe a fé que eu perdi E nem eu mesma sei porque Eu só quero amar você Tudo que eu tenho meu bem é você Sem seu carinho eu não sei viver Tudo que eu tenho meu bem é você Volte logo meu amor Eu tento esquecer Que você ja foi meu Nunca mais eu vou achar um outro amor E nem vou procurar Não quero amar a mais ninguém Como você não ha ninguém Tudo que eu tenho meu bem é você Sem seu carinho eu não sei viver Tudo que eu tenho meu bem é você Volte logo meu amor Se você não voltar vou sózinha ficar Solidão vai morar comigo Vou viver infeliz Pois o que sempre eu quis Foi viver contente sempre ao lado seu Tudo que eu tenho meu bem é você Sem seu carinho eu não sei viver Tudo que eu tenho meu bem é você Volte logo meu amor Volte logo meu amor
este é o link da comunidade no orkut la tem um monte de sites referenciais. ui!
Vou abrir a caixa de e-mails e olha só a notícia com a qual me deparei:
"Para Silvio de Abreu, o autor de "Passione", galã homossexual não pode "sair do armário". Em entrevista publicada nesta quarta-feira, 26, na coluna de Mônica Bergamo, do jornal "Folha de S. Paulo", o escritor ainda revelou que não colocaria um beijo gay em uma de suas novelas.
"Se o cara sai de balada, toma droga e está lá com o texto na ponta da lígua, eu não tenho nada com isso. Se é gay, se não é gay, se é macho ou não, para mim, tanto faz. Se na hora em que estiver assistindo eu acreditar que ele é machão, acabou. O problema é pa-re-cer. Atrapalha o personagem", disse Silvio. "Se ficarem falando por trás, não tem importância. Se ele falar abertamente, vai prejudicar. Ator que fizer isso é bobo", completou.
Sobre uma possível cena de um baijo gay, Silvio não vê a possibilidade de escrever em suas obras. "Homossexualismo não é mais tabu. Beijo gay é outra história. é uma exposição que grande parte do público que não é gay pode se chocar", declarou. Ele acredita que mesmo se escrevesse, seria vetado pela Globo. "Não adianta eu colocar, não vai passar"."
E logo abaixo dessa meleca tem um monte de links sobre a novela dele. Boa, né? Além de termos que aturar virarmos o Brasil dos cafés da manhã das novelas de Manoel Carlos, temos também que, nos depararmos, sem escolha alguma, ao ir abrir a caixa de e-mails que utilizamos, com declarações desse tipo de bobo que mais embobece o povo bobo brasileiro! (leia-se: autor de novela). Saco!
Digo logo: parte dessa (postagem) é endereçada (risos) porque surgiu da boa conversa que tivemos.
É sempre bom ter boas conversas com as pessoas. Especialmente com as que a gente gosta.
E devanear é sempre proveitoso. Pois, entre loucuras, eis que surge algo que faz sentido. Nada psicanalítico, mas falando a gente elabora pensamentos e pode chegar a conclusões necessárias para solucionarmos algo em nós.
Foi assim que se deu comigo. Falando com uma amiga querida sobre trabalho, relações profissionais, sobre ter chefes, sobre ser chefe… Inevitavelmente falamos sobre poder. Sobre abusos de poder. Sobre exercício do poder.
Cheguei à conclusão, depois de muita conversa despretensiosa e de muito desabafo e de ter feito uma analogia entre uma empresa em que a amiga com quem conversava trabalhou e uma escola onde ensinei, de que eu, cinco anos depois de ter saído da tal escola, ainda sofro conseqüências do poder exercido pela coordenação do lugar.
Depois de ter pedido demissão (forçada posto que a condição de trabalho, psicologicamente falando, era para adoecer qualquer pessoa) , nunca mais coloquei currículo em escola alguma: eu que adorava ensinar, que tinha uma relação legal com os alunos, que tinha tantas idéias e tanta vontade de colocá-las em prática por mais tempo para apurar um método, etc.
Medo de as escolas se comunicarem entre si, medo de uma determinada figura de lá dar informação mentirosa sobre mim para me queimar… Medos que parecem descabidos, mas que são justificados pela filosofia do lugar. Pela filosofia fodida que eles sempre fizeram questão de incutir na cabeça dos professores: de que a fila fora da escola estava cheia de profissionais querendo emprego, querendo a vaga que ocupávamos ali, que a escola era conceituada e que Buracaju era pequena, que todos se conheciam, que um professor para ser "estrela" tinha que fazer e prezar o nome, cuidar da imagem, saber ser um marqueteiro pessoal, etc, etc. Faz tanto tempo que agora não me resta muita lembrança das ameaças em si. Mas, uma coisa é certa: ficou o medo. Ficou a sensação de insegurança.
Eu era muito jovenzinha. Ainda nem havia saído da Universidade. E nesse emprego acontecia algo muito paradoxal: eu era feliz dando aulas e era infeliz ao me relacionar com a coordenação.
O estopim se deu com a morte de minha mãe. Eu tinha direito a três dias para resolver problemas, tais como entrar com o pedido de auxilio funeral no IPES (minha mãe era funcionária do Estado), etc. No segundo dia em que eu resolvia os problemas e vivia o luto mais forte que podia viver, uma coordenadora me liga e pede para eu ir imediatamente para a escola. Independente de eu ter direito aos três dias, dizia ela, eu precisava ter bom senso, pois a escola precisava de mim.
Era mau senso meu. Era para depois do entrerro de minha mãe, no mesmo dia, eu ir trabalhar como se tivesse "ido ali" apenas.
Eu estava sem pai, sem mãe, sem nenhum parente e sem a menor condição psicológica de continuar no emprego. Estava estilhaçada, em frangalhos. A alma doía.
Tive apoio daquele que se tornou meu companheiro. Saí do lugar. E nunca mais me recuperei das dores.
Concluí a universidade. Trabalhei em outros lugares. Passei em concurso.Minha visão acerca do trabalho mudou muito depois de muitas leituras e das experiências por que passei, etc. Abri mão do concurso para fazer o mestrado (sempre com o apoio de meu companheiro).
E as conseqüências do que vivi nesse primeiro emprego me perseguem até hoje. Eu não consegui me desvencilhar da violência simbólica que sofri.
Eu não admitia que não ter procurado outra escola para ensinar era por conta desses medos, dessas relações. Descobri assim: conversando.
Foi algo muito importante. E só o começo de uma provável superação.
Agora, escrevendo, senti o gosto amargo daquela época na boca… Hora de parar.
Eu tenho 7 anos, mas nem parece né, tios? Meu piupiu tá grandão pra essa idade. Eu vou contar tudo do jeito que eu sei porque mamãe e papai me falaram para eu contar do jeito que eu sei. E depois eu falo do começo da história. Mas agora eu quero falar do outro menininho que disse que meu piupiu era pequeno e mandou colocá-lo de novo dentro da bermuda. Isso aconteceu no banheiro da escolinha que a gente estuda. Fiquei muito muito chateado, mas aí depois eu esqueci, nem ligo mais pra isso riririri as menininhas nunca beijaram meu piupiu. Até um dia desses aí eu queria dar o meu lanchinho em troca de alguns beijinhos nele... mas aí uma perguntou se eu estava doido. Que droga! Que droga – eu disse! Menina é sempre tão chata assim, é? Com meninos é sempre tuuuuuuuudinhoooo mais fácil. Só este bobão que tratou meu piupiu assim. Menino malvado. Mas os outros não... os outros vão logo abrindo a boca e jogando logo a linguinha pra fora ririririri uns são tão engraçados, uns até pedem pra que quando eu sentir aquela coisa gotosa que a gente sente antes cuspir com o piupiu eu deixe o piupiu dentro da boca deles... ririririri que meninos nojentinhos né, tios?
Mas eu adooooroooo (ups), mamãe disse pra não falar essas palavras de bicha, eu nem sei o que é bicha, bicha é o que hein? Ahhh já ia esquecendo do meu nome artrístico Lamby, é que não agüento ver cuzinhos de menininhos vou logo lamber, ririririri daí é por isso que escolhi esse nome pra ser chamado.
Vou contar a historinha de uma noite que eu chamo de Uma Noite Muito Quente...
Era uma vez um gurizinho, o nome dele era André. Era todo gordinho e rechonchudo, safado como ele só, dentro de um ônibus uma vez ele viu um cara grandão que ficava o tempo todo olhando pra ele, mas André era bem espertão, mesmo sendo um gurizinho ririririri foi até o cara grandão e perguntou ei ei moço, você deixa eu chupar seu piupiu, o moço era branco, daí eles foram pra praia e a primeira coisa que André notou era que o saco ririririri que palavra engraçada, tinha pelos loiros e cheirava a subaco, ô, sovaco, ah!, não sei bem como se escreve não! Mas aí ele viu que tinha uma coisa parecida com o piupiu dele, só que era branco e tinha gostinho de xixi ririririri, mas daí André achava gostoso assim mesmo riririri e ficou chupando durante um temmmmpããooo a cabeça era vermelhinha e tãããããããoooo maciaaaaa, desculpa eu não sei contar direito minhas histórias né? Eu nem esperava e o cara Grandão cuspiu com o piupiu dele dentro da minha boquinha. A praia tava uma briiiisaaa boaaa e quentinhaaaa. Mamãe sempre diz pra eu tomar cuidado com isso de falar nomes nas histórias, eu acho isso besteira, mas ela é muito ixijente, ai não sei se é assim que se escreve. Pronto a historinha do André acabou. Mas aíiii tem a historinha de um menininho muuuuiiito estranho estranho mesmo.
O nome dele era Tody, uma vez Tody dançava uma dança da Xuxa, ah eu adoro a Xuxa riririri, daí o pai dele parece que não gostou não e deu nele uma surrona riririri Tody sabia que tinha algo errado ali, não na dança, porque ele tava alegre, ué, ele pensava – alegria não e coisa boa? Mas ele ficou sem respostas. E continuou dançando a dança da Xuxa, o nome era Ilairê acho que é isso.. ririririri, que broco esse Tody né? Que criança boboca ririririrri ficar dançando a dança da Xuxa... na frente do papai. riririri Tody Lamby sou eu ririririri.
Ai, to cançadinho, depois eu conto mais historinhas minhas aqui. Bligado Tio Tiago, por deixar eu escrever minhas coisinhas aqui! Te amo!
O Filósofo Santo Agostinho, fez da sua vida filosofia e nas confissões alcançou uma forma literaria-filosofica, digamos, divina. Adoro ler o estilo confessional presente nesta sua obra, que se assemelha a um diário. Outro pensador também fez de sua vida filosofia, o solitário dinamarquês Kierkegaard, que escreveu mais de 4000 paginas durante toda a sua vida, "Os Diários" de Kierkegaard só agora foi totalmnte traduzido par o inglês, ele tem vários livros que a todo momento toma a sua vida como objeto de questionamento, por exemplo " O diário de um sedutor" onde narra como fez para conquistar Regina, neste mesmo livro a sua tese sobre o "estadio" estético esta implicita, outro livro do pensador de copenhague em que sua vida e suas teses se mesclam é o " Ponto de vista explicativo de minha obra enquanto escritor" onde avalia sua própria obra e a recepção da mesma em sua terra.
Mas porque falo isso? Porque não consigo nem se quer chegar perto destes gênios quando escrevo em meus diários? porque é sobre o fracasso que falo neles?, porque no fundo não consigo nem se quer organizar ideias que já estão a muito na minha cabeça?, caramba, agostinho é livro de cabeçeira e nem se quer consigo falar decentemente dele numa prova boba de filosofia. eu odéio prova é uma forma imbecil de avaliar alguém, eu duvido muito que eu não saiba o mínino sobre santo agostinho, primeiro por que gosto violentamente e segundo porque já li bastate sobre ele, ja li bastante ele e terceiro que por vias indiretas sou um agostiniano, afinal Kierkegaard é um radical e como tal vai na raiz do cristianismo e agostinho é um cristão radical: bebeu, fudeu, fumou, foi a esbornia e no fim da vida se encontrou com Deus.
Mas enfim eu devo saber agostinho para mim mesmo, no meu interior!
Comparando-me tangencialmente com os demais integrantes desta amável confraria, percebo que sou aquele que mais se submete às armadilhas do 'pop', que ouve música de má qualidade (por causa dos públicos-alvo eróticos que vislumbro, diga-se de passagem) e que mescla referências intelectuais de primeira qualidade com astros e estrelas adolescentes tão chinfrins que passam a não serem mais queridas sequer pelos adolescentes que os acolheram inicialmente. De vez em quando, pergunto a mim mesmo: como é possível que uma pessoa que tenha ingerido com gozo três filmes encantatórios do vietnamita Tran Anh Hung possa ouvir algo composto pela Avril Lavigne por livre e espontânea vontade? Como?!
Indo em frente no tom confessional e interrogativo desta postagem, desafio a mim mesmo ao ceder à curiosidade de baixar um CD da tal de Lady Gaga e tentar entender por que gostam tanto deste engodo loiro. Já ouvi algumas canções famosas desta artista ("Fame" é a palavra que intitula seus 2 CDs)e confesso que não achei nada de mais. Maois ou menos MESMO. no auge de minha subsunção à cultura 'pop'! Conforme costumo lamentar com Jadão, em nossa época juvenil, até mesmo o que era lixo tendia a ser 'cult', de maneira que não nos surpreenderemos se as canções primevas e mais "sertanejas" de Leandro & Leonardo tornarem-se elogiáveis no plano intra-universitário dentro de alguns anos, ou meses, ou dias... O ritmo do consumo é cada vez mais rápido e, se pareço tão consciente vez por outra, por que me submeto tanto?! Por quê? Juro que, de vez em quando, nem mesmo eu entendo!
Mas estrebucho, sigo vivo! E amo Tran Anh Hung - tndo, portanto, curiosidade de ver o seu filme mais recente, multinacional e pós-hollywoodiano ao extremo...