domingo, 26 de junho de 2011

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Dois filmes franceses: resultado cansaço espiritual!


Ontem vi um filme francês sobre uma mulher que se apaixona por um vendedor de arte pop que costuma vender as criações de seu marido, isso mesmo, um cara que fabrica a granel aquilo que costumou-se chamar de arte. Ela é seduzida pelo desejo sadomasoquista que ele desperta nela até sofrer com um abrupto rompimento. Eu fiquei chocado com o que vi, tenho certeza que vocês também e Wesley se prepare pois é a sua cara!
Já o filme que vi hoje me deixou em estado de contentamento e euforia, doido pra voltar pra casa e dançar ao lado de meus amigos, fazer uma bela ciganada na praia e ouvi música vibrante.
O primeiro: "A Prisioneira" de Henri-Georges Clouzot.
O segundo: " Swing" de Tony Gatlif.
E não consegui ver mais nada hoje.... UFA!

J.

“DESCULPE, DESCULPE, DESCULPE”...

Estas palavras são repetidas diversas vezes seguidas na trilha sonora proto-gregoriana de “Erótica, a Fêmea Sensual” (1984), filme do Ody Fraga que vi recentemente e que me fez lembrar bastante de minha amiga erotizada e passional Ninalcira Sampaio. Eu não sei se ela conhece este filme, mas, se ela precisar de ajuda para se crucificar nua à beira da praia, estou aqui, visse?

Wesley PC>

quinta-feira, 23 de junho de 2011

O tempo da cigana é o presente, sempre!


Hei, Hei, Hei!!!

Acabei de baixar três álbuns do cineasta e músico cigano Tony Gatlif, são lindos, emocionantes e me fez lembrar ainda mais alguns amiguinhos doidos e ciganos que deixei em Aracaju, falta pouco para eu voltar a estar entre eles.

Ontem fui ver finalmente o novo filme do Woody Allen com uma cigana que encontrei aqui em Goiânia e que eventualmente fica doidinha também e que tem feito minha estadia aqui ficar alegre e cheia de vida.

Mas esta postagem eu dedico a meu Irmão, cigano Wesley Pereira de Castro que esteve em mente durante toda a duração do filme ontem. “Meia noite em Paris” discuti um dos questionamentos mas recorrentes de nossas comuns preocupações “a vida meia sem graça do nosso tempo”. Será que o nosso tempo será em algum tempo futuro avaliado de forma positiva? Na verdade já tem quem já o faça.....
Será que não sei viver o meu tempo? Porque tenho uma série de restrições a várias manifestações de nossa atual cultura pop? mas ao mesmo tempo não quero colecionar “memorióbilia” como o personagem central do filme, mas reconheço que o passado me fascina.

Sinto constantemente um mal-estar diante das coisas que se passam ao meu redor, ao mesmo tempo em que não posso reclamar de muita coisa que já vivi, pois eu tenho amigos igualmente fascinantes que fazem do tempo meio sem graça dos dias atuais latejarem de violentas sensações de puro prazer, como neste momento registrado na foto em que a cigana baixou para nos deixar extasiados. E por isso falo e grito e vocifero alto: OBRIGADO WESLEY PEREIRA DE CASTRO! VOCÊ ME DEIXA CHEIO DE GRAÇA!

terça-feira, 21 de junho de 2011

NINALCIRA SAMPAIO DE LEMOS ou será DE LEMOS SAMPAIO?


Os olhos eram mel, mas outrora verdes ficaram também, será que louca é?
Barroca, daquelas gordas lindas ninfetas em banhos de trombetas e em meio a vinhos e uvas surge, de alma cheia, espirito torto revolto, sacudindo o céu, a terra, o mar,o ar vermelha rosa no calcanhar, cabelo amarelo, e um botão de rosa entres os fartos seios, é negra, é uma dádiva, é moderna pintada por Dalí e Picasso, mas antes já tinha Caravaggio a despir sua caverna nebulosa e mostrado que chorar faz dela uma faca amolada no ar,

AH Ninalcira és tão guapa, é aquela índia cabocla misturada com jabuticaba que tem cheiro de manga com jaca, e rebolado de cajarana, ah doce como a cana-de-açucar, doce como um favo de mal que deixa amarga a boca e depois que olha pintada de roxo por todos os cantos e acaba de impregnar meus poros , meus cântaros, ah foi musa, foi bailarina, foi indo, foi rude , foi ruge, foi foi foi foi, ah ninalcira,

Quando antes escapulia em dramas de sangre e passava entre cercar de arames, buracos não mais a cabiam, era serpente latente entre as formigas desfilva e as abelhas não mais picava era onça pintada no mato e a águia ágil e feroz pousava em seus fios prateados,

AH Ninalcira és minha sabia? sabia que não mais pode voltar? que minha alma derrama em você e que você se derrama em mim? e que explode feito um canhão atingindo o olho de um vulcão? eu seu teu oh megera dantesca que me faz possuído de seu desejo alheio
e o mar, ah o nosso mar que nos encerra, que denso na sua imensidão nos faz ser santos e demônios, ah Santa Nina, te louvo, mas cante desafinado pra mim, te amo te amo te amo te amo te amo te amo te mo te amo te amo te amo te amo amo amo amo amo amo amo amo amo amo.....................

Nina, Jadinho te ama.....

segunda-feira, 20 de junho de 2011

"EU SOU A IRMÃ GÊMEA DE OZZY OSBOURN"


Foi durante a auto-apresentação da cantora Rita Lee no FICA que ouvi essa tirada hilária, parece batida, mas não deixa de ser uma piada cínica e que me fez gargalhar! porém o momento mais saboroso foi quando ao ganhar um pãozinho da platéia ela o mastigou de boca aperta, fez uma massa grotesca com o pão, simulou uma dentadura com a massa e depois o vomitou cinicamente, e ainda lambeu os dedos, só pude bater palmas pra ela e pensar: GENIAL! GENIAL! GENIAL!
Eis o que faz dela um grande artista ela é sem duvida singular!

Mas como prometido uma avaliação do Festival que pude participar em um fim de semana:

O festival dura a semana toda, não pude estar lá durante a semana pois o FICA acontece numa cidade longe da capital Goiana(portanto minha crítica se restringe aos dias que pude participar)na Cidade de Goiás ou Goiás velho, é uma cidadezinha histórica no meio do planalto central, aliás é num vale no meio do país, é uma cidade aconchegante, famosa por ter como filha a poeta Cora Coralina.
O tal festival acontece anualmente e segundo anúncios ufanistas é o quinto maior festival de cinema do mundo. para início de conversa não é um festival de cinema, muito menos de cinema ambiental, que tem como pretensões discutir a representações do meio ambiente no cinema, é um evento que conta com uma programação vasta que vai de festas populares a shows internacionais e nacionais, exposições de artesanatos e fotografias e uma exígua competição de cinema e vídeo "ambiental", além de promover oficinas de "nada", a cidade fica lotada e as pessoas fazem tudo, inclusive promoção de poluição, agora ver filmes depois de passar a noite chapando a cabeça, isso fica difícil, parece mais uma daquelas ignições promotoras do consumo capitalista hodierno, ouvia constantemente: " se fosse pra ver filme eu preferiria eu não viria prefiro ver filme em casa" " quero fritar e ver os shows", isso pra mim já era óbvio e como a mostra paralela homenageava ninguém mais que Arnaldo Jabor, o que esperar né? o que isso tem de ambiental? me perguntei várias vezes.
Pior, churrasquinho durante todo o trajeto até o teatro que passava os filmes, latas no chão, muita sujeira, os dois rios que passam por dentro da cidade estão poluídos, um festival que ocorre a tantão de anos e não se preocupam em sanar isso? algo está errado, não? e quer mais a festa acaba com uma monumental chuva de fogos de artifícios de 30 minutos ininterruptos no meio da serra! ficamos chocados!

Mas é assim tudo em prol do cinema e do meio ambiente!

Jt

sexta-feira, 17 de junho de 2011

FICA


FICA é um festival famoso que acontece aqui em Goiás, mais exatamente na Cidade de Goiás Velho.
é um festival sobre cinema ambiental,
vai ter mostra Arnaldo Jabor
Eu vou passar o fim de semana lá.
vou participar de algumas coisinhas.
depois posto aqui minhas impressões!

beijo